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Metade dos caminhoneiros ainda circula sem cinto de segurança em rodovias de Minas Gerais

Levantamento feito em trechos do Sul de Minas revela comportamento de risco entre motoristas de carga.

Um levantamento realizado pela concessionária EPR Vias do Café apontou que cerca de metade dos caminhoneiros que trafegam pelas rodovias administradas pela empresa no Sul de Minas Gerais não utiliza o cinto de segurança. O estudo considerou fiscalizações feitas ao longo dos 433 quilômetros de vias sob responsabilidade da concessionária.

O alto índice revela um problema recorrente nas estradas brasileiras. Mesmo com campanhas educativas e fiscalização constante, muitos motoristas de caminhão continuam ignorando o uso do cinto, item obrigatório por lei e fundamental para reduzir a gravidade de lesões em colisões e tombamentos. A concessionária não divulgou recortes detalhados sobre os perfis dos condutores flagrados sem o equipamento, mas afirmou que o comportamento é comum em diferentes horários e regiões do trecho.

Especialistas em segurança viária destacam que a resistência ao uso do cinto em veículos pesados tem raízes culturais e operacionais. Muitos motoristas relatam desconforto ou afirmam que o equipamento atrapalha manobras, embora estudos mostrem que o dispositivo reduz drasticamente o risco de morte em acidentes. As empresas do setor defendem ações contínuas de conscientização, aliadas ao reforço da fiscalização e à melhoria da infraestrutura das estradas.

O levantamento acende um alerta para autoridades e transportadores sobre a necessidade de intensificar campanhas de segurança. Para especialistas, reduzir esse índice é essencial para preservar vidas e diminuir custos humanos e econômicos decorrentes de acidentes envolvendo veículos de carga.

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